sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Comércio eletrônico

Comércio eletrônico ou e- commerce é o ato de vender ou comprar pela internet.
No início, a comercialização online era realizada apenas por CD's livros e produtos palpavéis. mas com o avanço da tecnologia, surge novas tendências para a comercialização online como a venda de serviços pela web, podemos citar por exemplo pacotes turísticos.
o comércio eletrônico é aplicado em três categorias: a de empresa-a-consumidor (B2C), a de empresa-a-empresa(B2B) e a de consumidor-a-consumidor(C2C).
Comércio eletrônico de empresa a consumidor(B2C)
É a transação comercial em que o comprador é uma pessoas física que adquire um produto ou um serviço atraves da internet.
Comércio eletrônico de empresa a empresa (B2C)
pode ser definico como a substituição dos processos físicos que envolvem as transações comerciais (envio e recebimento de cotações, troca de informações diversas, etc) por processo eletrônico.
Comércio eletrônico de consumidor a consumidor (C2C)
É uma importante estratégica de negócios, onde os comerciantes podem compra e vender entre si em um processo de leilão
Ele representa as relações comerciais entre duas outras pessoas físicas, sem que hajam empresas diretamente envolvidas.
o comércio eletrônico traz inúmeras vantagens tanto para as empresas quanto para os usuário desta tecnologia, como por exemplo: maior comodidade, segurança e rapidez no pagamento de mercadorias, diminução de impostos, aumento do lucro das empresas, redução de mão de obra, comercialização em âmbito global, etc.
o comércio eletrônico trouxe também desvantagens não so para as empresas mas também para os clientes e para a sociedade, diminuição da qualidade dos produtos, aumento da taxa de desemprego.
Mas a principal desvantagem do comércio eletrônico e a segurança, mas isso esta aos poucos sendo resolvido e minimizado, por conta do crescimento que o e-commerce vai ter nos proximos anos.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Dicas para enviar o currículo por e-mail

A Internet tem se tornado a principal e a mais rápida ferramenta de busca de candidatos pelas empresas, e muitas pessoas estão recorrendo a ela para recolocação profissional, mas muitos candidatos não sabem como distribuir seu currículo na web. Isto ocorre basicamente pela praticidade que a Internet oferece aos profissionais de Recrutamento e Seleção na hora de buscar candidatos, seja para comunicar suas vagas em aberto, seja para buscar candidatos em bases de currículos.


No entanto, uma "antiga" prática continua sendo feita pelos candidatos na hora de buscar um novo emprego: o envio do currículo via e-mail.


Nesta hora, muitos acabam cometendo erros que mais prejudicam do que ajudam. Abaixo, 11 dicas que ajudarão a causar uma boa primeira impressão na hora de enviar o currículo por e-mail.


•Tenha certeza de que seu currículo está revisado e formatado da melhor maneira possível, de forma a salientar seus pontos fortes;

•Evite erros gramaticais, pois eles podem fazer com que seu currículo seja descartado imediatamente. Para isso, revise seu texto e consulte dicionários e gramáticas. Se possível, peça a ajuda de um professor de português ou um revisor profissional;

•Nunca redija um e-mail com todas as palavras em letras maiúsculas ou todas minúsculas. Uma mensagem escrita em caixa alta ou letras maiúsculas tem a conotação de "grito" na Internet e dá a impressão de que você é um usuário com baixíssimo conhecimento em informática. Ao mesmo tempo, não iniciar um parágrafo com letra maiúscula dá a impressão de falta de capricho;

•Seja cuidadoso com os dizeres, buscando sempre objetividade. O ideal é que uma carta de apresentação introdutória revele um tom educado e informe como você poderá colaborar com o crescimento da empresa;

•Evite informalidades e prefira ser respeitoso;

•Nunca peça confirmação de recebimento do currículo;

•Só escreva o nome do responsável que receberá seu currículo se souber exatamente quem é e como se escreve, pois escrevê-lo errado é muito pior do que suprimir;

•A linha do subject (o assunto) de uma mensagem é essencial para alguém com uma caixa postal abarrotada decidir se vai ler ou não sua mensagem. Seja claro e conciso ao expressar o assunto da mensagem, evitando títulos vagos ou incompreensíveis;

•A assinatura do seu e-mail deve ser apenas o convite para o seu currículo online, caso tenha um currículo cadastrado na Internet;

•Envie o endereço eletrônico que contenha seu currículo na Internet, de modo que este possa sempre ser visto. Neste caso, lembre-se de deixar seu currículo online sempre atualizado e em dia;

•Evite enviar seu currículo em arquivo anexo no e-mail. Muitos sistemas de segurança suprimem arquivos anexos, e você corre o risco de seu currículo não chegar às mãos do destinatário. Prefira colocá-lo no corpo do e-mail.

"As buscas por candidatos ocorrem cada vez mais via Internet, e hoje, fazer parte de uma boa base de currículos é fundamental para quem está à procura de emprego. No entanto, o trabalho proativo de enviá-lo por e-mail é uma ação a mais que pode ter resultado positivo. Mas há de se tomar cuidado para que isso seja benéfico, e não prejudicial.

Fonte: www.ipcdigital.com.br

Saiba como usar o crédito para financiar os estudos

                                                      
Se o objetivo é financiar uma faculdade ou pós-graduação, é preciso avaliar cuidadosamente se o valor da parcela não será muito pesado para o orçamento.

Na avaliação do especialista em crédito da Fundação Getúlio Vargas/Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV-EAESP), José Pereira da Silva, o melhor é procurar prazos longos e parcelas pequenas porque, na maioria dos casos, o financiamento estudantil é feito por quem está em início de carreira, época que pode ser de indefinição e salários baixos.

“O ideal é de 24 meses para cima. A principal preocupação deve ser o tempo para pagar, dentro das condições financeiras do estudante”, afirma Pereira da Silva.
 - Pesquise na própria faculdade

Na opinião do especialista, o primeiro passo  é procurar alternativas de financiamento dentro da própria escola: não é regra para todas as faculdades, mas vale a pena pesquisar o que cada uma oferece.

“Algumas escolas de primeira linha têm fundos de bolsa, que são recursos e doações feitas por instituições externas, doadores, que constituem um fundo de financiamento ao aluno. São corrigidas pelo IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) e o aluno só começa a pagar depois de formado”, afirma.
 - Procure financiamento do governo - o Fies


No Brasil, a principal linha de financiamento à educação é o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies), um programa do Ministério da Educação destinado a financiar a graduação na educação superior de estudantes matriculados em instituições não gratuitas.

A taxa de juros do Fies é de 3,4% ao ano para todos os cursos.
De acordo com o Ministério da Educação, podem solicitar o financiamento pelo Fies os estudantes regularmente matriculados em cursos de graduação não gratuitos que tenham obtido avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) e que seja oferecido por instituição de ensino superior participante do Programa.

Pelas regras do programa, o estudante poderá solicitar o financiamento para um único curso de graduação em que estiver matriculado - desde que o curso não esteja trancado.

O pedido de financiamento, informa o Ministério, pode ser feito em qualquer período do ano, de acordo com a necessidade. As inscrições são feitas pelo Sistema Informatizado do Fies (SisFIES), disponível para acesso no site do programa.

Para efetuar a inscrição, é preciso acessar o SisFIES e informar os dados solicitados. No primeiro acesso, o estudante informará seu número de Cadastro de Pessoa Física (CPF), sua data de nascimento, um endereço de e-mail válido e cadastrará uma senha que será utilizada sempre que o estudante acessar o sistema.

Após informar os dados solicitados, o estudante receberá uma mensagem no endereço de e-mail informado para validação do seu cadastro. A partir daí, acessará o SisFIES e fará sua inscrição informando seus dados pessoais, do seu curso e instituição e as informações sobre o financiamento solicitado.
 - Procure linhas especiais nos bancos

Outro caminho para quem não teve acesso às alternativas anteriores é buscar linhas especiais de financiamento nos bancos. Há opções mais atrativas tanto em bancos públicos, como a Caixa Econômica Federal, quanto em bancos privados.

O importante é pesquisar e comparar cada uma delas: pedir os detalhes sobre prazo e taxas discriminados por email pode facilitar a comparação.

O economista da FGV-EAESP, José Pereira da Silva, alerta: fuja de opções comuns de crédito pessoal, como CDC e empréstimos em financeiras. “Há casos em que o estudante está fazendo uma escola noturna trabalhando de dia, e o trabalho não é suficiente para cobrir uma dívida. Para esses casos é não buscar financiamento bancário comum, mas linhas de créditos especializadas”, analisa.

Fonte: G1 ECONOMIA

domingo, 13 de novembro de 2011

Superando a demissão

Saiba como enfrentar esta fase difícil, dar a volta por cima e reencontrar seu espaço no mercado de trabalho Estar desempregado é uma das experiências mais difíceis na vida de um profissional. Do abalo na autoestima - por ter sido demitido - às dificuldades financeiras que em geral acompanham o processo, esse é um período realmente complicado. Porém, reverter esse quadro é possível! Veja com dar a volta por cima e encontrar um novo emprego.

Fortaleça sua autoestima

— Não se isole nem se afaste dos amigos, da vida. “Lembre-se de que você realizou uma série de contribuições ao longo da sua carreira. Escreva em um papel todas as suas conquistas profissionais”, ensina a psicóloga Fátima Rossetto, diretora da área de Desenvolvimento de Liderança da DBM Brasil.

— Acorde cedo todos os dias, arrume-se como se fosse trabalhar normalmente e siga uma rotina. Nunca fique de pijama o dia todo em casa vendo TV; pelo contrário, envolva-se em atividades que estejam relacionadas à sua recolocação profissional.

Em busca do novo emprego

— “Agora é o momento de se organizar e ter disciplina para buscar outras oportunidades de trabalho”, aconselha Fátima. Analise quais são seus interesses, ou seja, onde pretende focar sua atenção, e observe quais são as empresas que oferecem esse tipo de oportunidade.

— Avalie sua trajetória profissional, destaque seus pontos fortes e suas principais habilidades. Além disso, reflita sobre seus pontos fracos e suas limitações.

— Pesquise o mercado atual e descubra as tendências futuras. Coloque todas essas informações no papel.

— Inicie sua adequação ao mercado. Faça cursos, participe de palestras e encontros profissionais para melhorar seus pontos fracos e retomar seus contatos.

— Faça um planejamento de todas as etapas necessárias para o seu retorno ao mercado. Crie uma rotina de atividades, incluindo estudos, pesquisa de emprego na internet,
nos jornais e nas empresas de recursos humanos. Planeje e cumpra cada passo.

— Prepare um excelente currículo. Leia tudo o que puder sobre elaboração de currículo e inclua nele todas as suas habilidades e experiências. “Mas faça um documento objetivo, claro e com boa estética. Evite fazer um currículo sucinto demais ou excessivamente longo e cansativo”, ensina Fátima.

— Quando conseguir marcar uma entrevista, prepare-se da melhor maneira possível. Primeiro, procure descobrir tudo o que puder sobre a empresa em questão, o mercado em que ela atua, seus projetos futuros e principais concorrentes. Depois, cuide da aparência, apresentando-se de forma adequada e bem cuidada. Procure transmitir confiança, segurança e motivação. “É importante, também, desenvolver empatia com seu entrevistador, já que a opinião dele será decisiva para sua contratação”, avisa a psicóloga.

É preciso poupar

— As finanças pessoais, durante essa fase, devem assumir um perfil emergencial. “Os gastos essenciais devem ser mantidos, mas apenas para garantir a manutenção das necessidades básicas, como alimentação, saúde e contas de consumo, por exemplo, água e luz”, ensina o economista Márcio Rodrigues, professor da empresa Investeducar.

— Corte os gastos com lazer e adie viagens e compras, mesmo que essas despesas estejam previstas no orçamento. “Agora é a hora de reforçar as reservas financeiras”, alerta Márcio.

— Observe se é o caso de trocar bens, por exemplo, substituindo o carro atual por um modelo mais barato e econômico.

E, sobretudo, tenha paciência. Estar desempregado realmente é uma fase difícil, mas deve ser visto dessa forma: como uma fase. Com dedicação, empenho e confiança em si mesmo, em breve a situação irá se reverter e você terá muitos motivos para comemorar.


Matéria Portal Vital

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Acerte na entrevista de emprego

Do comportamento adequado aos cuidados com a aparência, confira dicas importantes para conquistar a vaga que tanto deseja
A entrevista é uma etapa decisiva na conquista do emprego. A forma como o candidato se veste e se comporta é essencial para sua aprovação ou não, pois as suas roupas e atitudes podem transmitir a impressão de alguém cuidadoso e sério – ou desleixado e irresponsável.

O mais importante, no entanto, é estar preparado. “Estude seu currículo e informe-se sobre a empresa contratante”, aconselha Daniella Correa, consultora de RH da Catho Online. Já no momento da entrevista é fundamental que o candidato se sinta seguro e demonstre o quanto está apto a ocupar a vaga oferecida pela empresa.

 
Atenção ao comportamento

  • Seja educado, fale pausadamente e explore ao máximo sua experiência profissional.
  • Fale apenas de seus aspectos positivos, evitando fazer queixas ou usar um tom de arrependimento por não ter feito algum curso. “E nunca reclame dos profissionais com quem trabalhou em empresas anteriores”, alerta Daniella.
  • Seja um bom ouvinte e não interrompa o entrevistador em hipótese alguma.
  • Tenha uma postura séria e profissional, mas aja com naturalidade.
  • Não chegue atrasado. A pontualidade é um aspecto a ser avaliado.
  • Nunca fale mentiras, gírias ou atenda o telefone durante a entrevista.
  • Dê atenção especial à linguagem, evitando cometer erros de português.
  • Fuja de assuntos polêmicos, como política, futebol e religião. “Esse erro é comum e pode acabar com suas chances de contratação”, avisa Daniella.
Cuidado com a aparência

A mulher que concorre a uma vaga em áreas tradicionais, como Direito e Administração, por exemplo, deve usar camisa, calça social, tailleur ou terninho. Para as menos formais, saias ou vestidos retos (na altura do joelho) ou calça risca de giz são boas opções. “Evite brilhos, transparências e decotes, que deixam o corpo à mostra”, alerta a consultora de moda e estilo Vanessa Akemi.

O visual deve ser discreto e bem apresentado. Por isso, opte por acessórios pequenos e use um perfume cítrico, suave e fresco. “E nunca exagere na maquiagem. Prepare a pele com corretivo, base e pó compacto e passe um blush para dar uma coradinha. Por fim, batom cor de boca e rímel”, orienta Vanessa. Dê atenção especial aos cabelos, que devem estar bem tratados e penteados. Para garantir uma boa aparência, use os produtos da linha Dove Reconstrução Completa, que penetram profundamente nos fios, deixando-os brilhantes e sedosos. As unhas, por sua vez, devem estar bem feitas, mas com esmalte claro.

Para os homens, se o cargo for para emprego formal, o uso de terno e gravata é o ideal. Caso contrário, opte por calças clássicas, camisas sociais e sapatos fechados. Mas jamais use roupas amassadas ou rasgadas, largas ou excessivamente apertadas, bem como shorts, bermudas, chinelos, estampas chamativas e moletons - na maioria dos casos, até mesmo jeans. Evite também calças curtas, colarinhos abertos e bonés. Lembre-se de que a roupa deve combinar com o cargo que se almeja; então, quanto mais formal for a futura função, mais formal deve ser a roupa. Barba bem feita, unhas e cabelos cortados são igualmente fundamentais.
  Portal vital

Quando o trabalho afeta a saúde

Surge, a cada dia, mais pessoas com dores provocadas pelo uso em excesso do computador
O trabalho é essencial na vida das pessoas. Mas nem sempre só para suprir as necessidades financeiras. É também uma questão de realização pessoal, ou seja, de encontrar prazer naquilo que você realiza. Porém, dependendo da ocupação, alguns prejuízos para o corpo podem ocorrer ao longo dos anos.
Sintomas como dores em articulações, sensação de cansaço ou inchaço nos músculos são indícios de que você pode estar desenvolvendo lesões causadas por esforços repetitivos. Elas são comumente conhecidas pela sigla LER ou como distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (Dort).
Esses tipos de problemas são provocados pelo uso excessivo de alguma articulação, aparecendo com mais incidência nas mãos, punhos, cotovelos, ombros e joelhos. “As condições que favorecem mais as lesões estão em funcionários nas linhas de montagem e nas indústrias de alimentação. Existe uma situação de mais risco nos trabalhos que exigem repetição e força”, explica João Luiz Cavalieri Machado, presidente da Comissão Técnica de Dort/LER da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt).
Pessoas que utilizam o computador por muitas horas ao longo do dia também podem apresentar esses problemas, de acordo com o fisioterapeuta Claudinei de Sousa Oliveira, do Corporal Instituto da Dor, de São Paulo. “Hoje em dia, com a expansão do uso da informática no mercado, cada vez mais pessoas vêm apresentando sintomas de dor e inflamação nas mãos”, explica.
O jornalista recifense Walmar Andrade, de 28 anos, que atualmente mora em Barcelona, já passou por isso. Ele sentiu os primeiros sintomas da tendinite em 2006, devido ao uso do computador por cerca de dez horas diárias. “Apresentava dores no braço direto, mais precisamente no cotovelo e no antebraço”, explica.
Na época, o médico da empresa onde ele trabalhava diagnosticou que se tratava apenas de um princípio de tendinite e recomendou que reduzisse o uso do computador ao longo do dia. E, quando ele estivesse diante do aparelho, mantivesse postura correta. “Outra sugestão do especialista foi que procurasse usar menos o mouse e mais o teclado”, lembra.

Use com moderação

De acordo com Machado, da Anamt, o computador deve ser usado como um instrumento de trabalho para facilitar a realização das tarefas e inserido em uma jornada de trabalho que segue o estabelecido em lei, com duração reduzida e pausas regulares. “Isso evita o surgimento desses problemas”, enfatiza. Uma dica é fazer uma parada de cinco minutos a cada 25 minutos de digitação.
Apesar da recomendação do médico, Andrade revela que não conseguiu reduzir o uso do computador, mas superou o problema. “Meu trabalho exige que eu passe muitas horas na frente do aparelho, mexendo nos teclados”, afirma o jornalista. Nas horas vagas, ele confessa que também usa o equipamento. “Na verdade, o que ocorreu foi que passei a prestar mais atenção na postura.”
Ele conta ainda que as dores o impulsionaram a pensar na importância de ter uma melhor qualidade de vida.